Sair da casa dos pais, aprender uma nova língua, conhecer uma nova cultura ou viajar para conhecer o mundo, as razões para pensar em fazer um intercâmbio são inúmeras. No caso de Marcio José da Silva Junior foi uma junção do profissional com o pessoal, aprender inglês para melhorar ainda mais o seu currículo como engenheiro químico, e perder o medo de tentar algo novo tirando-o da zona de conforto.

Bom, pelo menos foi o que ele nos contou durante um bate-papo que tivemos. Quer conhecer um pouco mais sobre o nosso aluno que saiu do Recife rumo à Irlanda? Aquele cabra corajoso, de 27 anos, que trocou a terra onde o calor é forte pelos ares frescos e úmidos da Ilha da Esmeralda? Então acompanhe como foi essa conversa na entrevista a seguir.

NED Training Centre – Mas afinal, por que a Irlanda?

Marcio José da Silva Junior – Primeiro porque dentre outros destinos que pesquisei a Irlanda foi a mais próxima do orçamento que eu tinha na época, tanto com relação ao valor dos cursos, como com relação ao custo de vida, alimentação e estadia, por exemplo. Quanto ao outro motivo foi a possibilidade de viajar e conhecer diferente países.

N – Você chegou a fazer uma pesquisa prévia sobre a Irlanda ainda no Brasil?

M – Sim, ao todo foram seis meses de planejamento. Quando entrei em contato com as escolas minhas perguntas eram mais sobre as condições dos contratos, ou o que as escolas tinham a me oferecer. As perguntas iniciais como funciona o processo de visto ou a moeda local, já tinha conhecimento. Pesquisei em vlogs e vídeos sobre a Irlanda, inclusive até em alguns vídeos produzidos pela NED Training Centre. Mas acredite, mesmo com toda essa pesquisa ao chegar aqui (em Dublin) percebi que tinha ainda muito para conhecer e aprender sobre a Irlanda.

N – E como você chegou até NED Training Centre?

M – Durante a minha pesquisa encaminhei um e-mail por meio do website da escola, e não muito tempo depois recebi um retorno. É muito bom quando você recebe uma resposta rápida. As pessoas que trabalham oferecendo cursos no exterior devem ter noção de que estão lidando com um sonho. E foi a forma com que a NED Training Centre me tratou que me conquistou. É essa maneira de tratar os alunos, oferecendo todo o suporte, que faz com que a pessoa no Brasil se sinta mais segura e siga em busca desse sonho.

N – Quais foram as primeiras impressões ao chegar a Dublin?

M – O que mais me marcou foi a forma com que as pessoas lhe tratam, educados e prestativos.  A mão do trânsito (contrária a do Brasil) foi também um choque, logo pensei: como vou conseguir conviver com isso? Quanto à temperatura não achei tão frio quanto eu pensei que fosse.

N – Conte um pouco mais sobre esses três meses de Irlanda.

M – Estou adorando tudo. Todo dia penso comigo mesmo e brinco que o meu intercâmbio poderia ser apresentado como um case de sucesso.  Sei que intercâmbio pode ser sinônimo de perrengue e, tirando o fato da língua, ainda não passei por nenhum. A forma como você lida com os problemas é que faz a diferença.

Tive sorte de logo na primeira semana encontrar uma acomodação, mesmo tendo duas semanas de alojamento inclusas no meu pacote.  A escola está sempre ali para dar suporte e a Jéssica sempre me dá dicas e conselhos.

N – E o Inglês, o que mudou nesses três meses?

M – Acredito que melhorei muito, mas ainda tenho algumas dificuldades quando falo com nativos da língua inglesa, é quando percebo o quanto ainda tenho que evoluir e dar continuidade ao meu intercâmbio. Para quem chegou sem nada de inglês, acredito estar no caminho certo.

Lembro-me de quando cheguei que estava sempre com uma camisa (presente de um amigo) que tinha várias ilustrações e eram elas que me ajudavam a me comunicar. Quando eu não sabia como falar apontava para a imagem na camisa e fazia algumas mimicas para explicar, por exemplo, que eu queria uma garrafa de água.

N – E você continua usando a camisa?

– Não. Agora eu consigo me virar, pedir um hambúrguer ou uma pizza.

N – Vamos falar em viajar. Você já foi para algum lugar aqui na Irlanda ou na Europa? Como foi a experiência?

M – Fui para o País de Gales, uma viagem que você faz de balsa, vai e volta no mesmo dia. Também fui para a Irlanda do Norte, onde visitei um histórico muro e aprendi um pouco sobre a diferença religiosa entre Irlanda e Irlanda do Norte. Interessante viagem, principalmente pelo fator histórico.

Perto de Dublin conheci Bray, uma trilha muito bonita, a caminhada até o pico lhe proporciona uma vista incrível. Conheci também Howth, Dalkey e Dún Laoghaire.

N – Vamos supor que você comprou uma passagem para Londres para a semana que vem, você acha que conseguiria se virar com o Inglês?

M – Com certeza, e sem a camiseta. Durante a minha viagem para o País de Gales me surpreendi ao perceber que eu conseguia ter uma conversa com todos que estavam no tour. O intercâmbio me ajudou muito a desenvolver essa habilidade de me comunicar e expressar mesmo sem ter todo um vocabulário em inglês. Para três meses de curso tive uma evolução que não imaginava ser possível ter.

N – Se você tivesse que deixar uma mensagem para as pessoas que pensam na possibilidade de fazer um intercâmbio qual seria?

M – Às vezes temos sonhos que planejamos há muito tempo, mas acabamos esquecendo em meio a nossa correria diária. Ou então há aqueles sonhos que estão ali para serem descobertos. No meu caso até então não passava pela minha cabeça a possibilidade de fazer um intercâmbio. Pensava já: tenho 27 anos, intercâmbio é algo para uma pessoa de 19 ou 20 anos. Mas cheguei a um momento da minha vida que percebi que eu tinha que fazer algo diferente, me aventurar e sair da minha zona de conforto. Foi quando percebi que o intercâmbio poderia fazer isso por mim.

Por isso, se você assim como eu a principio, esta em dúvida ou com certo medo não se apegue a isso, SÓ VENHA.  Se cerque de pessoas de confiança para colocar em prática esse sonho e desafio. No final, aprender inglês é apenas o começo, o intercâmbio vai muito além de só aprender uma nova língua. No intercâmbio aprender inglês é consequência do seu crescimento como pessoa.

 

 


 

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